ROBÔ GIGANTE


Homem Aranha da Toei de graça no site da Marvel by ricacruz
março 11, 2009, 6:52 am
Filed under: Uncategorized

Bizarro, mas tá rolando: o site da Marvel vai disponibilizar de graça todos os episódios da série em tokusatsu do Homem Aranha! Legal! O primeiro já está no ar. Qual será a periodicidade?

Li no Omelete.

Anúncios


A arte de Jaspion by ricacruz
março 4, 2009, 10:37 pm
Filed under: Uncategorized

Os DVDs do Jaspion estão no esquema. A primeira parte da série, como muitos já devem saber, sai no final de abril.

Estou acompanhando a diagramação da arte das caixas e boxes. Tá ficando o bicho. Esse é o material atual de divulgação. Alguma coisa pode mudar ainda.

box_jaspion

lata_jaspion1

jaspion

jaspion-vol-2

jaspion-vol-3

jaspion-vol-4

jaspion-vol-5



Insector Sun no G1 by ricacruz
fevereiro 4, 2009, 2:05 pm
Filed under: Uncategorized

Li agora pouco no G1 (!) uma matéria sobre o fim da série Insector Sun, o mais conhecido tokusatsu feito no Brasil. É uma pena. Além de Ribeirão City agora estar desamparada, a série criada pelo Christiano Silva fez história e divertiu muita gente – eu incluso. Lembro de sempre receber um CD com o episódio mais recente quando trabalhava na Conrad. Era sempre uma festa. Viamos na redação e, quando chegava em casa, assistia até o fim.

Era legal! E eu achava promissor. Lembro de ter comentado com não lembro quem que o Insector Sun podia seguir os mesmos passos do France Five, que começou com produção tosca e terminou com tratamento profissa e passando na televisão – teve até música cantada pelo Kushida.  Infelizmente me enganei. O problema é que aqui no Brasil ninguém se interessa em patrocinar esse tipo de iniciativa. Ninguém entende o que é. Ainda mais fora das cidades maiores. Tenho certeza de que não foi por falta de ir atrás do Christiano.

Tá, ele mora longe, tem que trabalhar, não tem tanta experiência na área e tal… Mas, pô, Insector Sun é a versão brazuca do Jaspion! Ele representa o que toda uma geração de pessoas com seus 25, 30 anos assistia quando era moleque. Brinca com a cultura pop. Todo mundo saca. Se alguém lá na cidade desse uma força, uns trocados, o Christiano poderia produzir melhor, de repente até colocar alguma coisa nos canais locais, que estão sempre procurando o que passar. O Insector seria o justiceiro oficial de Ribeirão Preto! Olha só que legal.

Seria tão inusitado que repercutiria até no Japão, do mesmo jeito que o France Five repercurtiu. Poderia render umas matérias em revistas especializadas lá, gerando mais divulgação. Vai saber o que poderia rolar. Mas nada disso vai acontecer. Sem ninguém pra dar uma força – tô falando de tutu mesmo – o Insector Sun já matou quem tinha que matar e voltou pra sua casa, preocupado em pagar o aluguel e ralar todos os dias.

É uma pena mesmo. Mas eu ainda quero ver uma futura segunda temporada. E que apareçam mais heróis nipo-tupiniquins. Que seja tosqueira mesmo. O importante é gostar de tokusatsu e encher de referências bacanas. O Hideaki Anno começou fazendo tokusatsu amadores. E não estou falando de Dai Nippon, que é ajeitado. Eu sei que o Brasil não é exatamente o terreno mais fértil para alguém conseguir incentivo para desenvolver um projeto cultural independente desses. Lá fora dá muito mais certo. Mas não custa tentar, né?

Olha só o texto do G1:

Jaspion ‘made in Ribeirão Preto’ chega ao fim da carreira

Professor de kung fu criou história inspirada em séries japonesas.
Sem patrocínio, episódios deixarão de ser filmados.

O nome do personagem, “insector”, foi inspirado no louva-a-deus, um estilo do kung fu, e o “sun” é uma alusão ao forte calor de Ribeirão Preto. Por causa desse calor, as filmagens geralmente são feitas no meio do ano quando o clima na cidade é mais fresco e os atores não ficam suando muito dentro das fantasias.

O mocinho é politicamente correto e não usa armas. Combate seus inimigos com os poderes de seu corpo como a capacidade de dar saltos de até 30 metros, um chute destruidor e um punho solar que dá força ao golpe com a mão. Seu automóvel é a moto insector turbo, que se movimenta sozinha para ir a seu encontro.

O fim da série deve deixar órfão o público infanto-juvenil que sempre acompanhava o episódio nas exibições em Ribeirão Preto e também os adultos que gostaram de ver um jaspion à brasileira. Os trechos dos filmes postados no YouTube foram vistos mais de 30 mil vezes.

Luísa Brito Do G1, em São Paulo

Insector Sun, personagem de Christiano Silva, em “Ribeirão City”  (Foto: Joel Silva/Folha Imagem)

Cada episódio levou três meses para ser filmado  (Foto: Divulgação )

Silva conta que gastou cerca de R$ 1 mil para fazer cada episódio. O dinheiro foi usado para confeccionar fantasias e cenários. Os atores são amigos, alunos de escolas de teatro da cidade e da academia onde ele dá aula de kung fu. Todos atuam como voluntários, sem receber nada pelo trabalho. Até dezembro do ano passado, Silva trabalhava também como webdesigner e tinha uma renda mensal que variava entre R$ 1.000 e R$ 1.500. Agora, só com o emprego de professor, recebe cerca de R$ 500 por mês. Ele mora em um conjunto habitacional com a mãe e tem que ajudar a pagar as contas de casa.

Cada episódio tem duração de 30 a 40 minutos e levou cerca de três meses para ser filmado. Isso porque os atores voluntários só podem atuar nos finais de semana, pois trabalham ou estudam nos dias úteis. É Silva quem filma, edita e divulga o filme.

“Só ganhamos algum dinheiro quando somos chamados para animar festa infantil com os personagens do Insector Sun, mas isso não é o foco do nosso trabalho”, diz, desanimado, o idealizador da série que terá de encerrar as aventuras do herói de Ribeirão City. “Estou triste, frustrado, mas consegui fazer sozinho os 12 episódios. As pessoas patrocinam tanta coisa e não querem investir num filme”, queixa-se. Se encontrar um patrocinador, Silva diz que continua a série.

Quando não está combatendo o crime, o herói brasileiro faz bicos para sobreviver  (Foto: Divulgação)

O professor conta que teve a idéia de criar a série porque gostava muito dos seriados japoneses como Jaspion e Jiraya e queria fazer algo com características nacionais. O mocinho da série, Kri Lee, por exemplo, não tem emprego fixo e faz bicos para se manter como vários brasileiros. “Ele rala para sobreviver, não é como o Batman que é rico e resolve virar super-herói”, diz. Quando percebe que a cidade está ameaçada ele se transforma em Insector Sun para combater as forças do mal. Além de Shaken, o herói também enfrenta outros inimigos que mudam a cada episódio.

Calor

O nome do personagem, “insector”, foi inspirado no louva-a-deus, um estilo do kung fu, e o “sun” é uma alusão ao forte calor de Ribeirão Preto. Por causa desse calor, as filmagens geralmente são feitas no meio do ano quando o clima na cidade é mais fresco e os atores não ficam suando muito dentro das fantasias.

O mocinho é politicamente correto e não usa armas. Combate seus inimigos com os poderes de seu corpo como a capacidade de dar saltos de até 30 metros, um chute destruidor e um punho solar que dá força ao golpe com a mão. Seu automóvel é a moto insector turbo, que se movimenta sozinha para ir a seu encontro.

O fim da série deve deixar órfão o público infanto-juvenil que sempre acompanhava o episódio nas exibições em Ribeirão Preto e também os adultos que gostaram de ver um jaspion à brasileira. Os trechos dos filmes postados no YouTube foram vistos mais de 30 mil vezes.



Henshin! by ricacruz
dezembro 21, 2008, 4:38 am
Filed under: Uncategorized

Pra matar o tempo enquanto não volto de viagem, aí vai um post bobinho… Mas divertido.

Nesse site você pode se transformar num super-herói. Nada muito parecido com tokusatsu… Mas é legal. Experimenta lá.

imagem1



Os 10 tokusatsu mais importantes by ricacruz
novembro 27, 2008, 1:32 pm
Filed under: Uncategorized
Essa é uma lista que o Nagado, o Guerrino e eu fizemos dos dez tokusatsu mais importantes da história. O critério foi relevância, contribuição. Seriados com idéias diferentes, que foram adotadas de alguma maneira a partir dali. Como dez é pouco, agumas coisas precisaram ficar de fora. Mas acreditamos que a lista ficou justa. Saca só:
1. Godzilla (cinema, 1954)
Primeiro tokusatsu propriamente dito. Estréia de Eiji Tsuburaya no gênero.

2. Gekkô Kamen (série de TV, 1958)
Primeira série para a TV com um herói uniformizado.
3. Ultraman (série de TV, 1966)
Precursor da família que hoje simboliza os heróis japoneses.
4. Kamen Rider (série de TV, 1971)
Estréia do formato “herói de tamanho humano contra organização criminosa”, que dominou os anos 70. Primeiro herói de tokusatsu de sucesso de Shôtaro Ishinomori.
5. Esquadrão Secreto Go Ranger (série de TV, 1975)
Começo do gênero Sentai. Se hoje os Power Rangers dominam o mundo, Shotaro Ishinomori tem, involuntariamente, sua parcela de culpa.
6. Battle Fever J (série de TV, 1979)
Quinteto colorido passa a usar um robô gigante e vira oficialmente “Super Sentai”.

7. Robô Gigante (série de TV, 1967)
Estréia de Nobuo Yajima, importante diretor de efeitos especiais da Toei Company que definiu padrões de produção que vigoram até hoje.
8. Ultra Seven (série de TV, 1967)
Um aprimoramento da fórmula do Ultraman, injetou doses de seriedade, drama e profundidade ao gênero.

9. Gavan (série de TV, 1982)
Primeiro Metal Hero, inaugurou uma nova era para a Toei Company. Além do visual bacana, a ação do herói antes de se transformar passou a ser quase tão importante quanto ele uniformizado.

10. Kamen Rider Kuuga (série de TV, 1999)
Inaugurou o novo formato dos Kamen Rider, que pode ser considerado um novo estilo de tokusatsu (histórias mais adultas e menos fórmulas prontas).